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Proteção de Para-choques
21/09/2020 / FONTE: CQCS É muito comum que, na correria do dia a dia, pequenos acidentes aconteçam enquanto se está dirigindo. Esses imprevistos podem acarretar em pequenos danos e, para ajudar o segurado nessas horas, várias seguradoras ofertam a Cobertura de Para-Choques, cujo serviço é realizado em parceria com a Autoglass. Em pesquisa realizada com segurados que acionaram a substituição de faróis ou lanternas, foi identificado que mais de 40% dos danos que atingem estas peças também danificam os para-choques. Ao adicionar essa cobertura na apólice, é possível reparar trincas, perfurações e amassados que tenham afetado o para-choque. “O segurado[...]
21/09/2020 / FONTE: Antonio Penteado Mendonça, O Estado de S.Paulo A Amazônia arde, o Pantanal arde, as serras paulistas ardem, incêndios se espalham por Minas Gerais e por aí vamos, com grande parte da América Latina sendo coberta por uma impressionante nuvem de fumaça, fotografada pelos satélites, e que avança consistentemente em direção ao sul do Brasil.  Quanto desse fogo é culpa do Brasil? Nenhum, exceto se tomarmos como razão para isso a omissão e a irresponsabilidade que por séculos nos castigam nos mais variados campos éticos, sociais e patrimoniais. Nossa omissão e egoísmo são apavorantes e podem ser vistos[...]
Advogado incendeia carro de ex-noiva: Entenda como o seguro age em casos assim
17/09/2020 / FONTE: CQCS Uma matéria da Época Negócios contou a história de um advogado que foi preso após incendiar o carro da ex-noiva. O veículo com um mês de uso, avaliado em R$ 100 mil, estava na garagem do prédio da vítima. Dorival Alves, vice-presidente de marketing da Fenacor, explicou ao CQCS como de que forma o seguro agiria nesse caso. De acordo com ele, o primeiro passo é verificar se o veículo possui seguro e só então pode-se fazer uma análise. “Primeiro é preciso saber: o veículo está em nome de quem? Do responsável pelo incêndio ou da[...]
17/09/2020 / FONTE: CQCS A pandemia desorganizou o presente. Tínhamos tecnologia barata e dinâmica, mas não havia como prever o futuro. A pandemia mostrou que não sabemos também como trabalhar no presente. Foi um grande susto. A reflexão é feita pelo consultor Ricardo Guimarães, primeiro entrevistado do “Fala, Mestre”, novo programa da TV CQCS, inicialmente transmitido nesta quarta-feira (16/09). Na conversa com Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS, em tom informal, mas repleto de dicas relevantes, Guimarães observa que o mercado de seguros deveria ter tido um comportamento diferente ao longo da pandemia, assumindo um protagonismo social que traria ganhos[...]
16/09/2020 / FONTE: CQCS A AXA no Brasil utilizou o perfil da seguradora no Instagram para abordar um tema que sempre desperta curiosidade entre os profissionais do mercado e, ao mesmo tempo, demonstra a relevância do setor: as maiores indenizações da história do seguro. Em post publicado no dia 10 deste mês, a companhia aponta o top 5. Confira abaixo o conteúdo produzido pela AXA: A crise financeira de 2008 – US$ 21 trilhões Lembram do banco Lehman Brothers? Pois é, a recessão que tem como marco a quebra dele se espalhou por todo mundo e provocou as maiores perdas já vistas para empresas, indivíduos[...]
Segurado precisa informar corretamente sobre seu risco para não perder a indenização
15/09/2020 / FONTE: CQCS O CQCS, através do Site ‘Notícias e Concursos’, informou, no último dia 8 (terça-feira) que a 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, sob a relatoria do desembargador Ricardo Fontes, ratificou a negativa de uma cobertura de seguro porque considerou imprecisas a existência de informações sobre o perfil do condutor principal, em apólice de seguro de veículos. Para entender melhor a situação, o CQCS conversou com Dorival Alves, advogado e vice-presidente de marketing da Fenacor. De acordo com o que ele informou, contratar apólices de seguro para pessoas físicas e jurídicas são coisas diferentes.  No caso[...]
Sem cobertura no seguro de vida?
14/09/2020 / FONTE: Estadão Até que ponto pode-se dizer que houve a intenção de praticar um ato perigoso desnecessário e até que ponto houve a intenção de se agravar o risco? No feriado de 7 de setembro, 14 pessoas perderam a vida afogadas nas praias e represas paulistas. É um número alto e que mostra, pelo menos, uma certa inconsequência das vítimas. Ninguém morre afogado em terra seca ou sentado na areia. Para se afogar, é necessário estar dentro da água ou pelo menos engolir e respirar água até encher os pulmões e, consequentemente, não haver mais como respirar o[...]
Segurada tem interpretação equivocada de cobertura e perde indenização
11/09/2020 / FONTE: CQCS | Sueli Santos O site do Tribunal de Justiça do Distrito Federal traz a notícia da juíza do 4º Juizado Especial Cível de Brasília que negou pedidos de devolução de valor pago e indenização por danos morais de contratante da Assist Card do Brasil. A requerente da ação teve prótese dentária substituída em viagem ao exterior. A magistrada disse que houve interpretação equivocada de item contratual. A autora contratou seguro de viagem junto à empresa ré, antes de embarcar para o exterior, tendo iniciado implante dentário um mês antes da viagem, com previsão de substituir o[...]
Cobertura de seguros pode se tornar obrigatória para óbito, invalidez ou lesão decorrente de Covid-19
10/09/2020 / FONTE: CQCS O site Money Times informa que está em tramitação na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 2113/20, que impede seguradoras que ofertam seguros de vida, de saúde ou contra invalidez permanente, de restringirem a cobertura de qualquer doença ou lesão decorrente da pandemia da Covid-19. A proposta  já pode ser aplicada a contratos em vigor e proíbe ainda a suspensão da cobertura por falta de pagamento e o aumento da mensalidade a cargo do segurado. Agora, o projeto garante ao segurado, mesmo diante do não pagamento do prêmio (mensalidade), direito à cobertura e à manutenção do seguro enquanto[...]
Cai o número de jovens envolvidos em acidentes de trânsito
08/09/2020 / FONTE: Segurador Líder Dados do Seguro DPVAT indicam crescimento percentual de vítimas acima dos 35 anos Um levantamento realizado pela Seguradora Líder, administradora do Seguro DPVAT, mostra uma mudança de comportamento no trânsito brasileiro. Nos últimos anos, houve queda no número de jovens vítimas de acidentes no país. Segundo os dados, as indenizações pagas a acidentados com idade entre 18 e 24 anos vêm caindo gradativamente desde 2015, quando a faixa etária representava 23,1% do total de benefícios concedidos pelo DPVAT. Já em 2019, os jovens correspondem a 20,2% dos seguros pagos. Quando analisadas as faixas de 18[...]