Empresas paulistas estão descobrindo que prevenir custa menos do que reajustar — e que gestão de sinistralidade virou estratégia financeira, não só benefício.
Antes de tudo, uma constatação simples:
o maior medo de qualquer RH hoje não é contratar plano de saúde — é não saber quanto ele vai custar no ano seguinte.
Em São Paulo, onde os reajustes de planos empresariais frequentemente superam dois dígitos, uma nova abordagem começa a ganhar força: planos de saúde com gestão ativa de sinistralidade.
Na prática, empresas que monitoram uso, previnem doenças e acompanham indicadores conseguem reduzir riscos, controlar custos e evitar reajustes explosivos.
E é exatamente esse modelo que a Thocha Corretora vem implementando junto a empresas da capital e da Grande São Paulo.
O QUE É SINISTRALIDADE (SEM COMPLICAÇÃO)
Sinistralidade é a relação entre:
Quanto o plano arrecada × quanto ele gasta com atendimentos
Quando o uso é descontrolado, o custo sobe.
Quando o custo sobe, o reajuste vem — simples assim.
Fórmula básica:
POR QUE OS REAJUSTES ESTÃO TÃO ALTOS EM SP?
Atualmente, alguns fatores pesam diretamente no bolso das empresas:
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Alta inflação médica
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Uso excessivo de pronto-socorro
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Falta de prevenção
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Doenças crônicas sem acompanhamento
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Baixo uso da atenção primária
📌 Resultado: o plano “estoura” e o reajuste chega sem aviso.
A NOVA TENDÊNCIA EM RH: GESTÃO DE SINISTRALIDADE NA PRÁTICA
Empresas mais estratégicas entenderam algo importante:
plano de saúde sem gestão é passivo financeiro.
Já o plano com gestão vira ativo.
O que muda nesse modelo?
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Monitoramento constante de indicadores
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Relatórios claros para o RH
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Ações preventivas direcionadas
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Educação dos colaboradores
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Negociação técnica com operadoras
COMPARATIVO: PLANO TRADICIONAL X PLANO COM GESTÃO
| Aspecto | Plano Tradicional | Plano com Gestão |
|---|---|---|
| Controle de custos | ❌ Nenhum | ✅ Ativo |
| Previsibilidade de reajuste | ❌ Baixa | ✅ Alta |
| Relatórios para RH | ❌ Não | ✅ Sim |
| Ações preventivas | ❌ Não | ✅ Sim |
| Poder de negociação | ❌ Fraco | ✅ Forte |
| Sustentabilidade do plano | ❌ Instável | ✅ Longo prazo |
O QUE A GESTÃO DE SINISTRALIDADE INCLUI (NA VIDA REAL)
Na Thocha Corretora, a gestão vai além do discurso.
Inclui, por exemplo:
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Análise de perfil etário da empresa
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Mapeamento de doenças crônicas
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Identificação de uso indevido de pronto-socorro
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Incentivo à atenção primária e telemedicina
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Acompanhamento mensal de indicadores
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Estratégia de renovação antes do reajuste
POR QUE ISSO INTERESSA AO RH E AO FINANCEIRO AO MESMO TEMPO
Porque, finalmente, os interesses se alinham:
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RH melhora benefício e clima organizacional
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Financeiro controla custos e evita surpresas
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Empresa ganha previsibilidade e competitividade
CASO COMUM EM SP (REALIDADE DO MERCADO)
Empresa com 45 colaboradores
Reajuste médio anual antes da gestão: 23%
Após 12 meses com gestão ativa: reajuste negociado em 6,9%
📉 Não é milagre. É método.
O PAPEL DA THOCHA CORRETORA NESSE CENÁRIO
A Thocha não vende plano “de prateleira”.
Ela atua como consultora estratégica, conectando:
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Operadoras certas
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Modelo de contrato adequado
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Gestão contínua
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Suporte ao RH
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Negociação técnica
Tudo isso sem custo adicional de consultoria para a empresa.
QUEM MAIS SE BENEFICIA DESSE MODELO
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Pequenas e médias empresas
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Empresas com crescimento rápido
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Negócios com histórico de reajustes altos
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Empresas que querem previsibilidade
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RHs pressionados por orçamento
PLANO DE SAÚDE SEM GESTÃO É RISCO
Em conclusão, o mercado mudou.
Hoje, não basta oferecer plano de saúde.
É preciso saber gerenciá-lo.
Empresas de São Paulo que entenderam isso estão travando reajustes, protegendo caixa e oferecendo benefícios sustentáveis.
E esse movimento não é tendência futura.
👉 Já está acontecendo agora.
