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A era das empresas do futuro já começou?

A era das empresas do futuro já começou?

09/10/2020 / FONTE: CQCS | Sueli Santos

O Grupo Bradesco Seguros promoveu uma mesa redonda na última quinta-feira, 08/10,  chamada “Cultura da Inovação” para discutir “A Era das Empresas do Futuro já começou?” A ideia foi proporcionar a reflexão, trocar ideias e compartilhar experiências. O evento contou com a participação do Diretor de Inovação do Grupo Bradesco Seguros, Fabio Dragone; da Diretora Geral do Twitter Brasil, Fiamma Zarife; do Líder da Dell Technologies para América Latina, Luis Gonçalves; e do Head de Marketing e Experience Design da D1 – Thomas Mansur, com mediação da escritora, consultora e palestrante nas áreas de Inovação e Marketing Digital, Martha Gabriel.
A discussão girou em torno do novo cenário do mercado, os desafios e como as empresas passaram a tornar suas metodologias e processos mais dinâmicos, flexíveis e abertos às mudanças para garantir inovação e a melhor experiência do cliente.
Fábio Dragone disse que está acontecendo uma revolução, “mas só percebemos quando analisamos dentro do conceito histórico”, disse.
Marta, que também é professora do Insper e do Instituto Dom Cabral, disse que o futuro começa no presente. “São metodologias, pesquisadores que analisam sinais do futuro que estão no presente”, afirmou.
Ela lembrou que a inovação é onde se vai agregar valor para o outro. “Inovação é o método de aplicar a criatividade para gerar valor para alguém”, ressaltou.
 Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter no Brasil, disse que o digital é um caminho sem volta. “A pandemia acelerou de forma brutal o processo de digitalização. As pessoas tiveram que aprender, ensinar e pagar pelo digital. Foi uma transformação em nossas vidas”
Dragone ressaltou que houve a necessidade de se aprender a trabalhar pelo digital. “Para ser produtivo, o sujeito tem que saber trabalhar com o digital”, ressaltou. Para Luis Gonçalves, líder da dell Technologies, a tecnologia se tornou intrínseca nas coisas que falamos.
 Thomas Mansur, head de marketing e experience design da D1, destacou que tudo está muito conectado. “No primeiro momento, foi péssimo porque as empresas não estavam preparadas para fazer isso de forma tão rápida. O gap na comunicação foi intenso”, disse.
Ele explicou que as empresas ficaram mais centradas na experiência do usuário. “A jornada do cliente ganhou muito destaque e foi interessante”, definiu.
 Nesse sentido, Fiamma compartilhou o comportamento das empresas para ficarem mais focadas na experiência dos clientes. “As empresas foram ao twitter pra entender o que as pessoas estavam sentindo. As empresas tiveram que virar a campanha de mídia. Eles detectaram ansiedade, que as pessoas queriam um porto seguro e as empresas olharam o que o usuário estava sentindo e passaram a oferecer isso”, explicou.

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